Valdevan Noventa - Um líder não nasce por acaso!

20 de Fevereiro de 2018

Valdevan Noventa se reúne com presidente da Câmara Municipal de São Paulo para debater a Licitação dos Transportes

Valdevan Noventa se reúne com presidente da Câmara Municipal de São Paulo para debater a Licitação dos Transportes

Sempre atento e na defesa dos trabalhadores, o presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de São Paulo, Valdevan Noventa, se reuniu com presidente da Câmara, Milton Leite, para debater pontos importantes da Licitação dos Transportes, defendendo a garantia do emprego de mais de 4 mil profissionais. O encontro aconteceu na tarde dessa terça-feira (30).

Desde que a minuta do edital foi publicada no Diário Oficial, em 21 de dezembro de 2017, Valdevan Noventa vem elencando questões polêmicas que preocupam toda categoria.  “A elaboração do documento não contou com a participação do sindicato, Conselho Municipal de Trânsito (CMTT) e dos movimentos sociais que lutam pela pauta do transporte público. Não o bastante, vale destacar que nas audiências públicas, informações essenciais não eram divulgadas à sociedade. Por si só, isso já começou errado”, afirmou Valdevan.

Acompanhado do secretário do DIEESE, Francisco Xavier da Silva (Chiquinho) e de seu assessor político Romualdo Santos, Valdevan Noventa destacou sua preocupação com a redução da frota. “O edital prevê que o número de veículos deve cair dos atuais 13.603 para 12.667, o que implica diretamente no emprego de mais de 4 mil pessoas. Portanto, o nosso sindicato não vai permitir que a licitação aconteça nesses moldes. Defendemos o emprego e a valorização dos motoristas e cobradores”, argumentou.

Milton Leite ouviu atentamente a colocação do presidente do sindicato, sinalizando que entendeu a posição da entidade em face à minuta do edital que estará disponível para consulta pública até o dia 3 de fevereiro.

Finalizando, Valdevan afirmou que não acredita que as mudanças vão resultar em melhorias e qualidade no transporte público da cidade, já que a ideia é promover o enxugamento do sistema. Para ele, o custo social será grande. “Não temos dúvidas que tanto os usuários de ônibus quanto os trabalhadores serão prejudicados. Não podemos assistir aos acontecimentos passivamente. O sindicato junto com a categoria está pronto para defender a manutenção dos seus postos de trabalho, bem como, o serviço de transporte público da cidade de São Paulo”, finalizou.